“Na década de 50, no tempo do amadorismo, era um jogador de regular toque de bola, utilizando sempre a perna esquerda, tinha chute forte, mas no dia a dia era um tanto descontrolado”.
Foi duas vezes campeão com a camisa tricolor, em 1955 e 1960. Jogou na seleção do Amazonas de 1956 e salvou-se do “naufrágio” da triste tarde em que chamada Seleção “Treme-Treme” que levou um “baile” no campo do Souza, em Belém do Pará, goleada por 7×0.
Ao deixar o futebol, já com um emprego na Prefeitura Municipal, num cargo de salário mínimo, Paulo Lira continuou na bebida e perdeu o emprego por abandono.
Lutava com os políticos da época para voltar, mas enquanto isso passou a trabalhar como caseiro de um sítio na Manaus-Itacoatiara. De quando em vez vinha ao centro da cidade e procurava tirar alguns trocados dos amigos e antigos companheiros de clube para mais uma dose.
Paulo Lira morreu no dia 16 de julho de 1986, pobre e esquecido.
OS DOIS TITULOS
Campeão em 1955 – Raul (Dito), Mário Regina (Gurgel) e Valdemir (Morcego); Zezinho Casanova, Dog e Nêgo; Padeirinho, ||Orleans (Marcelo), Paulo Onety, Guilhito e Paulo Lira (Said).
Campeão de 1950 – Negão, Purgante e Jonas; Orleans, Rosas e Jofre Braga; Vitorino, Dadá, Português, Marcelo e Paulo Lira.
Também colocaram a faixa: Padeirinho, Rosalvo Picanço, Nêgo, Almir, Cesário, Edmilson e Hosannah.
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Author: Carlos Zamith
6 comments
Sr. Zamith, esse Orleans é o mesmo pai do Claudio Nobre, do Fast atual ?
13 de outubro de 2011 17:11 ||
Carlinhos:
Positivo. Orleans é o pai dele.
14 de outubro de 2011 09:28 ||
Sr. Zamith escreva mas cosas boa do meu Pai.
21 de janeiro de 2012 10:16 ||
meu pai em 1960 era Presidente do FAST, já falecido e chamava-se José do Vale
30 de novembro de 2012 14:20 ||
eu gostaria que falassem dos seus momentos de gloria, ele morreu pobre mais nunca foi rico, eu sou a filha mais velha dele,os seus momentos,difil que todos, nos temos,è normal,nao que foi despresado,eu sandra filha,estava com ele no seu momento dificil,e morreu ,que eu e outros filhos,estamos do seu lado,nao foi enterrado,como indugente,sim despresados por amigos do club,ele era uma pessoa muito prestativa,e um bom pai,independente,de qualquer coisa,ele foi assistido,no hospital que eu trabalhava,e nunca,fomos procurar,amigos ou jornal pra dizer coisas sem,sentido,vou da exemplo, de jogador que foram,muito bons jogadores e na vida real,viviam em crise,garrincha,e outros mais,que dinherio,tiveram,mais morrem pobres,de fama mundialcom todo respeito a todos ,vivos e morto,nao falem aquilo que nao,conheci.
12 de janeiro de 2014 15:06 ||
Fico muito grato, em saber que a digníssima família Zamith, vai dar continuidade ao legado de contar a História do esporte amazonense!!
14 de janeiro de 2014 13:36 ||