Vejo com muita tristeza o declínio do futebol amazonense pela falta de público aos jogos. A falta de novas idéias da parte dos dirigentes, há muito tempo perpetuado nos cargos.
Se vai melhorar, sinto muito em revelar que não acredito. Não sou o dono da verdade, mas só se houver mudanças radicais em todos os setores desde a sua cúpula.
Clovis Pretinho, Darmilson e Pepeta Zamundo
Nunca mais o futebol local revelou seus ídolos, jogadores feitos em casa e que pouco ou nada ficaram a dever aos “cartazes” que vinham de fora, alguns já em final de carreira. O torcedor deve lembrar de Rolinha, Sula, Edson Piola, Pepeta, Pretinho, Valdomiro, Thomaz, Horácio, Téo, Dermilson, Boanerges, Clovis, Marialvo, Fredoca, Valdir Santos, Zamundo, Kleber, Lacinha e uma infinidade deles.
A partir da década de 80, a coisa foi ficando em segundo plano. Os dirigentes deixaram de lado a fábrica de valores da terra e passaram a trazer um monte de jogadores de fora, alguns completamente desconhecidos do cenário esportivo e alguns, também, sem qualidades, verdadeiros “pernas de pau” além dos que estavam em final de carreira.
Um clássico Rio Negro x Nacional, chegou a acomodar 40.193 pagantes no Vivaldo Lima. No Estádio da Colina, um Rio-Nal registrou em 1969, publico pagante de 23.152 e no saudoso Parque Amazonense, de reduzida acomodação, também em 1969, registrou 13.567, num clássico Nacional x Fast. Só saudades dos bons tempos.
IDOLOS MAIS ANTIGOS
Marcilio Paulo Onety Gatinho Português
Tagged under: Astros da bola
Author: Carlos Zamith
1 comment
Concordo com você, com relação a retomado de nosso futebol, enquanto houver os maus dirigentes e um ruim e um bom planejamento nunca conseguiremos patrocinadores, é verdade que a limpa deve começar pela federação. Temos a matéria prima aqui mesmo em Manaus, tem que ser bem lapidado e bem remunerado, não adianta trazermos jogadores caça níquel que vem apenas desmotivar o plantel de bons jogadores. Não é difícil o futebol brasileira está nivelado por baixo, quando assistia os jogos de times considerados grande aqui em nosso estado não via diferença, apenas era no salário e no preparo físico, primeiro de tudo um bom salário ou razoável para um bom desempenho e um bom preparo físico, sem condicionamento físico não há craque. Que agüente 90 minutos, prova disso foi o América que voava baixo, apenas faltou profissionalismo, deu pra percebeu que dar pra chegar.
att,
Rosivaldo Salgado
27 de dezembro de 2010 13:09 ||