9 de outubro de 2010

Rua Jonathas Perosa

A Rua de Jonathas Pedrosa, paralela às ruas Visconde de Porto Alegre e a Major Gabriel, inicia-se no igarapé do Bittencourt (segunda ponte da Avenida Sete de Setembro) e termina na Avenida Álvaro Maia, ex-Boulevard Amazonas.

Esta artéria já teve sua denominação mudada para Rua Lauro Cavalcante, mas por pouco tempo, pois outra lei da Intendência Municipal fez voltar ao nome anterior, a qual ainda permanece.

A denominação foi adotada em homenagem a Jonathas de Freitas Pedrosa, nascido na Bahia a 8 de abril de 1848 e que veio para Manaus, formada em medicina, como tenente-cirurgião do Exército, em 1876.

Nomeado médico da Guarda Policial, exonerou-se do posto que exercia no Exército.

Em 1879, o Dr. Jonathas Pedrosa foi nomeado, depois de aprovado em concurso, professor da cadeira de francês do antigo Liceu Amazonense em cujo cargo aposentou-se.

Foi ainda Diretor da Escola Normal, Inspetor de Saúde Pública, médico da Câmara Municipal de Manaus, em 1907 e depois governador do Estado, no período de 1913 a 1917, tendo renunciado ao mandato de Senador que exercia na época.

Cidadão respeitável, constantemente cercado de prestigio, médico humanitário e por isso muito querido entre os habitantes deste Estado. Do primeiro matrimônio teve seis filhos, duas mulheres e quatro homens: Jonathas Filho, Osmar, Waldemar e Cileno. Do segundo matrimônio nenhum.

Com a idade de 72 anos, no dia 7 de julho de 1923, Jonathas Pedrosa morreu em Manaus.

Na reunião da Intendência Municipal do dia 3 de outubro de 1922, o Intendente Fulgêncio Martins Vidal apresentou projeto de lei perpetuando a sepultura nº. 20.510, onde repousam os seus restos mortais.

A proposição foi aprovada no mesmo dia e transformada em lei nº. 1138 de 03 de outubro de 1922. No dia seguinte Intendência Municipal recebeu ofício da família Pedrosa agradecendo a homenagem.

Dados biográficos do livro “Dicionário Amazonense de Biografias”, de Agnello Bittencourt.

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1 comment
  • Nilton Oliveira

    Carlos Zamith, sou torcedor do Nacional juntamente com meu pai que têm 78 anos.Amigo moramos em petropolis e ele não perde um treino no CT Barbosa Filho, detalhe vai á pé toda tarde.nasci em 1964 e ele fala que o amor pelo Naça começo em 1956 quando chego do Ceara e foi morar na ilha do Barroso, onde ouvia a radio rio mar e difusora.Não sei não mais acho q depois do boca de bilha, meu velho é o cara mais apaixonado pelo Naça.Fica com DEUS amigo.

    2 de novembro de 2010 18:46 || Responder

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