Carlos Zamith de Oliveira, ou simplesmente, Carlos Zamith. O esporte amazonense perde mais um dos seus ícones. Zamith, aos 87 anos idade, morreu na tarde deste sábado (27), em sua residência, no Conjunto Aristocrático, na avenida Constantino Nery e, como o ‘patriarca’ Flaviano Limongi, amigos inseparáveis, não viu a Arena da Amazônia, que sepultou o ‘Vivaldão’, ser inaugurada.
Carlos Zamith lutava contra um câncer nos rins, há algum tempo, e foi derrotado, mas qualquer desportista amazonense ou que viva no Amazonas, há de tributar a ele todas as honras de um jornalista, no verdadeiro laurear do term; sereno, competente e capaz de tarduzir uma notícia, seja ela qual fosse, em um acontecimento real. Seja aonde estivesse, Carlos Zamith era o mesmo e só um câncer poderia enfraquecê-lo, ao ponto de deixar o esporte amazonense muito mais órfão, ainda.
Carlos Zamith deixa um exemplo, sobretudo de um homem humilde que, em seu ‘Baú Velho’, talvez a sua maior marca, deixa a sua grande contribuição, aonde ele gravou para a eternidade os momentos mais importantes do esporte, desde a fundação da ACLEA até a passagem de Limongi que com ele arregarçou as mangas para que o futebol do Amazonas ultrapassasse fronteiras.
Zamith e Limongi, agora, estão juntos novamente – dois amigos, duas lendas, e, agora somente, lembranças!
O sepultamento de Carlos Zamith, segundo familiares, será amanhã, domingo (28), às 10h00, no Cemitério São João Batista.
Fonte: Correio da Amazônia
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Author: Carlyle Zamith