Na década de 1950, quando o nosso futebol ainda era controlado pela FADA, os clubes tinham bons goleiros. Aliás, o Amazonas sempre foi um privilegiado em revelar valores para essa difícil posição chegando até a importar alguns deles para clubes do Pará. MARCUS Paiva Marinho foi um bom goleiro do Nacional. Morava na rua Luís Antony, em frente ao estádio General Osório (hoje, colégio Militar) e ali diariamente era visto ainda garoto, jogando no gol.
Profissionalmente apareceu muito bem nos quadros do Nacional Futebol Clube. Foi titular da Seleção do Amazonas, em 1956, que ficou conhecida como seleção Treme-Treme, até ser contratado pelo Paysandu Sport Club no ano seguinte, substituindo o velho e conhecido Dodó, que estava pendurando as chuteiras. Foi campeão no mesmo ano, sob as ordens de Arlindo Dourado e Rafael Bria. O time que jogou a última partida formava com Marcus, Salazar e Gilvandro; Pau Preto, Maurício e Caim; Meia Noite, Natividade, o amazonense Luciano, Quarentinha e Carlos Alberto.
De volta à Manaus, em 1960, Marcus jogou pelo Rio Negro que retornava ao futebol. Encerrou a carreira em 1967, atuando pelo Sul América. Era servidor aposentado do município e morreu no ano de 2009.
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Author: Carlyle Zamith
1 comment
Meu grande e amado avô! Que saudade…
19 de fevereiro de 2015 15:02 ||