Princesa do Solimões e Fast fazem neste sábado (22), às 15h, em Manacapuru, a segunda partida da final da Taça Estado do Amazonas, que equivale ao 1º turno do Campeonato Amazonense. O campeão, além da taça, leva a vaga para a Copa do Brasil 2015, além de um lugar garantido na final do campeonato, que dá direito a disputar a Série D, e a Copa Verde 2015.
O “Gilbertão”, como é conhecido o estádio de futebol da cidade de Manacapuru (68 km da capital), tem as cores vermelho e branco, foi inaugurado no dia 09 de novembro de 1986, com a presença do governador Gilberto Mestrinho, e os prefeitos Amazonino Mendes (Manaus) e Paulo Freire (Manacapuru). Sua capacidade é de 15 mil pessoas. O nome do estádio é uma homenagem ao ex-governador Gilberto Mestrinho. A obra custou na época 35 milhões de Cruzados. Exercem o mando e campo neste estádio as duas equipes de futebol profissional de Manacapuru: Princesa do Solimões Esporte Clube e Operário Esporte Clube.
O jogo de inauguração aconteceu entre as equipes do Nacional e a Seleção de Manacapuru.
LOCAL: Estádio Olímpico Municipal Gilberto Mestrinho, em 9 de novembro de 1986.
ÁRBITRO: Raimundo Nonato (AM), auxiliado por Olário Azevedo e Augusto Carneiro.
NACIONAL: Ronaldo (Edson Cimento), China (Marinho), Murica (Marduck), Galvão, Clóvis, Sergio Duarte (Tojal), Helinho, Gilson, Bendelack (Camarão) Luizinho (Raulino) e Jasson (Ricardo); Técnico Aderbal Lana.
SELEÇÃO DE MANACAPURU: Ginha, Betinho, Piranha, Marquinho (Almir), Paulo, Rildo, Evandro, Wellington, Gato, Carlinhos (Toca) e Paçoca; Técnico Francisco Bezerra.
GOLS: Helinho aos 39 minutos da etapa incial e Rildo de pênalti no segundo tempo.
Princesa do Solimões foi fundado no dia 18 de agosto de 1971, mas a estréia no campeonato profissional só veio acontecer no dia 22 de fevereiro de 1987, em Manacapuru, perante 2.409 pagantes, contra o Rio Negro que venceu por 3 a 2, em jogo apitado por José Diniz. Se não foi uma boa estréia, pelo menos a exibição agradou aos seus torcedores. Paçoca marcou os dois do Princesa, sendo um de penal. Tonho (2) e Rildo, para o Rio Negro.
PRINCESA (time de estréia): Guinha, Dinho, Paulo, Evandro e Magela; Paçoca, Alcimar e Marquinhos (Gato); Rildo, Wellington e Tota (Betinho). Técnico: Paulo Leal.
RIO NEGRO: Luís Roberto, Paulo Verdan, Marcão, Paulo Galvão e Luís Florêncio. Kleber, Fernandinho (Tonho) e João Francisco; Curió, Jason e Rildo.
O Princesa estreou no campeonato profissional amazonense em 1987, seguindo o caminho do Penarol, de Itacoatiara, e do Olaria, de Humaitá, que eram até então os únicos clubes do interior do estado a participar da competição. O Princesa não participou da competição oficial nos seguintes anos: 1992, 1993, 1994, 1999, 2000 e 2003.
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Author: Carlyle Zamith
2 comments
Parabéns Sr.Carlos Zamith, pelo belo trabalho que faz, a beleza da história do futebol Amazonense não pode ser esquecida, é uma viagem literária muito boa de ser apreciada, sou fã e tenho certeza que este trabalho deve ser seguido também por outras grandes histórias de nossa querida Manaus- AM.
22 de março de 2014 09:09 ||
Grato pelas palavras, Sr. Bernardino.
22 de março de 2014 11:46 ||